
O molde para vacuum forming influencia diretamente o formato, a reprodução de detalhes e a retirada da peça plástica durante a produção. Por isso, sua fabricação precisa partir de informações claras sobre o produto e sobre o processo em que será utilizado.
Para empresas que desenvolvem embalagens, bandejas, carenagens ou outros componentes termoformados, avaliar esses pontos antes de encomendar o molde ajuda a identificar limitações e evitar ajustes depois que a ferramenta já está pronta.
Neste artigo, você conhecerá sete cuidados que devem fazer parte dessa preparação.
O vacuum forming é uma modalidade de termoformagem a vácuo. Nesse processo, uma chapa termoplástica é aquecida até ficar maleável e conformada sobre ou dentro de um molde pela diferença de pressão criada pelo vácuo.
Depois do resfriamento, a peça é retirada e pode seguir para recorte e outras operações de acabamento.
O molde fornece a geometria de referência para essa conformação. Entretanto, o resultado também depende do plástico escolhido, do aquecimento, do sistema de vácuo e das condições de resfriamento.
Isso significa que um bom projeto precisa considerar a ferramenta e o processo de produção em conjunto.
Antes de fabricar o molde, esclareça como o produto será utilizado.
Uma bandeja destinada a acomodar componentes, por exemplo, precisa ter espaços compatíveis com os itens que receberá. Já uma carenagem deve considerar suas interfaces com o equipamento.
Por isso, o projeto deve identificar:
Separar medidas funcionais de dimensões secundárias facilita a avaliação técnica. Também evita tratar toda a peça como se exigisse o mesmo nível de precisão.
Uma forma que parece adequada no desenho pode apresentar dificuldade de desmoldagem.
As paredes do molde precisam ser avaliadas quanto à inclinação que facilita a retirada da peça. Esse recurso é conhecido como ângulo de saída.
Reentrâncias que prendem o produto também merecem atenção. Dependendo da geometria, pode ser necessário revisar o desenho ou estudar uma solução específica de ferramenta.
Além disso, cantos muito fechados e mudanças bruscas de forma devem ser analisados considerando a capacidade de conformação da chapa.
Esses cuidados precisam ser discutidos antes da fabricação. Alterar a geometria nessa etapa costuma ser mais simples do que corrigir uma ferramenta concluída.
O material da peça é uma informação essencial para o projeto do molde para vacuum forming.
Diferentes termoplásticos apresentam comportamentos distintos durante o aquecimento, a conformação e o resfriamento. Portanto, não basta informar que o produto será feito “em plástico”.
Sempre que possível, indique:
A espessura inicial também deve ser analisada em relação à profundidade e ao formato da peça. Regiões submetidas a maior estiramento podem apresentar afinamento durante a conformação.
Por isso, a espessura da chapa não deve ser confundida com uma garantia de espessura uniforme no produto final.
A escolha do material da ferramenta precisa considerar o volume previsto, a frequência de uso, a geometria e o acabamento desejado.
Um projeto destinado a poucas amostras pode ter necessidades diferentes de uma produção recorrente. Da mesma forma, uma peça com detalhes visuais exige uma avaliação distinta de um componente cuja prioridade é funcional.
Entre os pontos que devem ser discutidos estão:
O menor custo inicial, isoladamente, não define a melhor alternativa. A decisão deve considerar o uso esperado da ferramenta.
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Para que a chapa acompanhe os contornos do molde, o ar precisa ser retirado adequadamente das regiões de conformação.
Por isso, a posição das passagens de vácuo deve fazer parte do projeto, principalmente em áreas com detalhes e mudanças de geometria.
O acabamento superficial também merece atenção. Marcas e irregularidades na ferramenta podem aparecer na face do plástico que entra em contato com ela.
Se a peça terá uma superfície aparente, informe quais regiões exigem maior cuidado visual. Dessa forma, o acabamento pode ser especificado conforme a necessidade real do produto.
Antes de encomendar a ferramenta, reúna as informações do equipamento em que ela será utilizada.
Dimensões úteis, altura disponível, fixação e conexão com o sistema de vácuo são exemplos de características que precisam ser conferidas.
Também é importante esclarecer quem será responsável pela montagem e pelos ajustes necessários para colocar o molde em operação.
Essa troca de informações evita que a ferramenta seja fabricada sem considerar as condições de instalação e uso.
Quando possível, envolva o responsável pela produção na definição do projeto. Ele pode contribuir com informações que não aparecem no desenho da peça.
Antes de iniciar a fabricação, defina como o resultado será avaliado.
Se houver uma etapa de amostragem ou teste, esclareça sua abrangência, os responsáveis e os critérios de aprovação.
A avaliação pode considerar:
Também vale registrar como eventuais alterações serão aprovadas e quais ajustes estão incluídos no orçamento.
Essa definição ajuda a manter engenharia, compras e produção alinhadas.
Para solicitar um orçamento de molde para vacuum forming, organize as informações disponíveis sobre o projeto:
Caso algum desses pontos ainda não esteja definido, informe essa condição no primeiro contato. Assim, as pendências podem ser discutidas antes da aprovação.
A Fundição Marieta atua desde 1969 e está localizada em Osasco, São Paulo. Entre os serviços apresentados pela empresa está a fabricação de moldes para vacuum forming e rotomoldagem.
Se sua empresa está desenvolvendo um produto termoformado, reúna as informações do projeto e consulte a equipe sobre a fabricação do molde.
Solicite um orçamento à Fundição Marieta ou entre em contato pelo telefone (11) 3686-7640 e pelo e-mail contato@fundmarieta.com.br.